29 de jun. de 2011

TAREFA PARA AS FÉRIAS ( 9º ANO)

O Segundo Reinado, foi, certamente, um período de transformações. Mas qual o sentido dessas mudanças? Ampliaram-se os direitos dos cidadãos brasileiros como um todo? Quintino Bocaiúva (1836-1912), líder do movimento republicano, afirmou num manifesto, em 1889: "a República, como nós a queremos e como a temos proclamado em vários dos nossos manifestos, tem de ser- e deve ser- um governo de liberdade, de fraternidade, de justiça, de paz, de progresso e de ordem; de garantias para todos os direitos e de respeito para todos os interesses legítimos". Será que seus objetivos se cumpriram?
 A partir do que você já estudou ou leu sobre a República Velha, redija uma carta em resposta ao autor da frase. Verifique se as mudanças que ele julgava necessárias ocorreram, se a República Velha realmente foi capaz de garantir a liberdade, igualdade, fraternidade, justiça e progresso para a maioria dos cidadãos brasileiros. Ao escrever seu texto, recorra a exemplos concretos e utilize argumentos  consistentes para provar sua tese. Se necessário, utilize imagens. Poderão digitar no Word e encaminhar a mim por email ou msn.

OBS. Deverá ser entregue até o dia 03/08/2011.






Vídeo da República Velha

Observem bem o vídeo sobre a República Velha  comentada pelo Historiador Boris Fausto e a partir do que você já estudou  faça um  comentário de forma sintetizada sobre  a política a economia e a sociedade nessa 1ª fase da República brasileira.


11 de abr. de 2011

Atividades para 6º ano

Através da disciplina de historia  podes saber como evoluiu a humanidade,
evitar certos erros e insistir no comportamento e valores que dignificam 
o homem e o tornam um ser superior. Passado, presente e futuro estão
sempre interligados.
Clica sobre o link para acessar o assunto que queres exercitar. 
Vamos lá tente.
http://eb23cmat.prof2000.pt/sala/historia/historia.html


22 de mar. de 2011

A busca pelo ouro azul










Reportagem
  
edição 90 - Abril 2011( Site historia Viva)
A busca pelo ouro azul
A domesticação da água foi decisiva para o surgimento das primeiras civilizações. Por séculos, os homens desenvolveram técnicas para controlar o recurso que pode detonar as grandes guerras do século XXI
por Christophe Courau
(C) Astromujoff / Getty Images
O delta do Nilo: o maior rio africano foi a chave para o desenvolvimento pioneiro do Egito
A busca pela água é uma das mais antigas atividades humanas. Ao longo dos séculos, os homens desenvolveram técnicas cada vez mais sofisticadas para controlar cursos fluviais e armazenar seu conteúdo, chegando a guerrear por eles. A abundância do líquido é também um dos fatores responsáveis pelo nascimento das grandes civilizações antigas.

Uma das primeiras etapas na história da domesticação da água foi o surgimento da agricultura, o que levou ao desenvolvimento das técnicas de irrigação. De acordo com os indícios arqueológicos, as primeiras sociedades que transferiram a água dos rios para suas lavouras foram a babilônica, no atual Iraque, e a egípcia. Esta última foi responsável também por construir, no Nilo, as primeiras barragens conhecidas, inventando o que hoje chamamos de hidrologia.

Os antigos tiveram de criar também uma maneira de levar água às plantações que estavam acima do nível dos rios e canais. Os mesopotâmicos foram os pioneiros, criando o chadouf, sistema de alavanca e contrapeso que elevava alguns metros cúbicos de água por hora. O invento foi sucedido pela nória, uma roda vertical com copos que alimentavam uma canaleta, responsável por transportar o líquido até as lavouras.

Outra preocupação do período foi o excesso de água. Os mesopotâmicos novamente saíram na frente e inventaram o primeiro sistema de drenagem da história: um pequeno declive que levava o excedente do líquido para um fosso de coleta na parte mais baixa do terreno. Graças a essas técnicas criadas na Idade do Bronze, as superfícies cultiváveis se multiplicaram.
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Christophe Courau é historiador e jornalista.





SÍNTESE SOBRE FEUDALISMO (AOS ALUNOS DO 7º ANO)

ATENÇÃO!
NÃO ESQUEÇAM SOBRE O FEUDALISMO

Durante grande parte da Idade Média, a Europa Ocidental viu definhar lentamente as   atividades comerciais, a ponto de quase desaparecerem.  Dois fatores que causaram o atrofiamento do comércio nesse período foram a:
Ruralização da economia, em decorrência da crise do escravismo romano e da estruturação do sistema feudal;  
Isolamento econômico e insegurança provocada pelas invasões sarracenas (árabes),  normandas (vikings)  magiares (húngaras) e eslavas.

Politicamente, o feudalismo se caracterizava pela:
Relação direta entre posse dos feudos e soberania, fragmentando-se  o poder central;
Não podemos esquecer que o feudalismo foi um sistema caracterizado pelo trabalho servil.
A característica marcante do feudalismo, sob o ponto de vista político, foi o enfraquecimento do Estado enquanto instituição, porque a soberania estava vinculada a laços de ordem pessoal, tais como a fidelidade e a lealdade ao suserano;  

LEMBREM: A forma de trabalhar mais comum no feudalismo foi a servidão
  Corvéia - imposto em trabalho.=, isto é obrigação de trabalhar de graça para o senhor de 3 a 5 dias por semana
  Talha -  obrigação de entregar ao senhor parte do que produzia no lote reservado ao seu  próprio uso.
  Banalidades -  pagamento em produtos que o servo deviam ao senhor pelo uso do forno, do moinho, das prensas e outros equipamentos do feudo.
Dízimo (10%) deveria pagar a Igreja.
Capitação: taxa que o servo pagava ao senhor feudal por cada membro de sua família dentro do feudo;
Taxa de casamento: era paga pelo servo ao senhor feudal, quando aquele fosse se casar com uma mulher pertencente a outro feudo; 
Taxa de nascimento: taxa paga pelo servo, quando o seu filho nasce;
Taxa de justiça: é a taxa que o servo pagava ao senhor feudal para que se fizesse justiça dentro do feudo;
Taxa da mão-morta: taxa que o servo pagava ao senhor feudal para ocupar heranças.

Sobre o feudalismo,  as principais obrigações devidas pelos trabalhadores eram a corvéia e a talha.
A Alta Idade Média (séculos V - XI) tem como uma de suas características singulares, que   a define historicamente: a consolidação e generalização do trabalho servil;
 Quanto às relações entre suseranos e vassalos:
     As obrigações entre vassalos e suseranos eram recíprocas.
Suserano: Era quem doava um feudo e o que recebia era o vassalo.
Investidura: é um ato solene que através do qual o nobre feudal torna-se suserano ou vassalo.
 Relembrando!!!!!!!!!!!
Os acontecimentos abaixo constituem as características principais do feudalismo
Ø     Ausência de poder centralizado.
Ø     As cidades perdem sua função econômica.
Ø     Instauração da relação vassalagem / suserania.
Ø     Organização do trabalho com base na servidão.

Sociedade feudal – Era estamental, ou seja, a posição social de um individua dependia do seu nascimento. Assim o filho de uma família nobre era nobre por toda ávida. O filho de uma família de trabalhadores rurais, mesmo trabalhando dura a vida inteira, nunca conseguiria ascender socialmente.
De modo simplificado pode-se dizer que a sociedade feudal estava dividida em três estamentos; o primeiro era formado por aqueles que oravam ( o clero); o segundo, por aqueles que guerreavam (a nobreza; e o terceiro, por aqueles que trabalhavam(servo e vilões).
Poder Ideológico da Igreja
-  A Igreja tinha grande poder ideológico e coercitivo sobre as pessoas da época. Até hoje a Igreja possui grande influência cultural.
 A decadência do feudalismo
Ø     Houve uma superpopulação nos feudos e os alimentos não eram suficientes;
Ø     Cruzadas: guerras religiosas, também conhecidas como Guerras Santas, criadas pelo papa Urbano II e incentivadas por Pedro, o Eremita.